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A poesia, uma língua dentro da língua!

As palavras são assim, disfarçam muito, vão-se juntando umas com as outras, parece que não sabem aonde querem ir e, de repente, por causa de duas ou três, ou quatro que de repente saem, simples em si mesmas, um pronome pessoal, um advérbio, um verbo, um adjetivo e, aí temos a comoção a subir irresistível à superfície da pele e dos olhos, a estalar a compostura dos sentimentos. (José Saramago)
A poesia abre-nos à experiência e à receção estética, entendida esta como uma expressão gratificante, vinculada à beleza da linguagem e que se funda na construção de sentido, e oferece critérios para interpretar essa mesma experiência. Implicando o leitor num processo ativo, não pode dizer-se que essa experiência estética seja algo subjetivo, pontual e perecível, mas, ao contrário, está motivada pelo prazer que oferece como obra de arte. 
A educação estética nos primeiros anos de escolaridade (as artes, em geral, e a poesia, em particular) constitui um contributo único e vital no desenvolvimento da…

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